Como formar um Clube de Trocas?

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Este texto foi elaborada a partir das anotações de Carlos Henrique de Castro (clubedetrocas at ig.com.br), animador do Clube de Trocas de Pedreira, São Paulo, e publicado numa Cartilha pela Associação para o Desenvolvimento da Intercomunicação, A.D.I de São paulo, com a ajuda da Fondation France-Libertés, que anima e participa de clubes de trocas em Paris, França.

Sumário

1. Contatos iniciais

Não há receita pronta para formar um clube de trocas. Como as situações são sempre diferentes, o modo de formar um clube não é sempre o mesmo e vai variar de uma situação para outra. Se a gente encontrou um grupo de pessoas interessadas, é preciso discutir bem com elas sobre o que é um clube de trocas, usando as informações que estão nesta cartilha. Pode-se deixar com elas um exemplar da cartilha. Se essas pessoas estiverem de acordo, passam a procurar mais gente que se interesse.

Pode acontecer de encontrarem pessoas tão interessadas que até queiram fazer parte do grupinho inicial para divulgar a idéia e depois, por rodízio, assegurar as tarefas essenciais que um clube exige. É preciso ter consciência de que criar um clube de trocas dá trabalho e exige persistência. É preciso acreditar realmente na proposta.

Um exemplo do que aconteceu no bairro de Pedreira (região sul da cidade de S.Paulo):

Um animador do clube que estava por se formar foi passando de casa em casa para apresentar a idéia. Muitas pessoas, mesmo sem estarem ainda comprometidas em participar do clube, autorizaram a divulgar seu nome e profissão ou o que sabiam fazer e/ou podiam oferecer. Assim foi criada uma folha de classificados que ia aumentando e sendo deixada nas casas das pessoas visitadas e também de outras pessoas que se mostravam interessadas. Isso foi feito com mais de 100 pessoas da comunidade, e teve um efeito inesperado: muitas pessoas que já se conheciam, não sabiam o que umas e outras faziam; outras que tinham perdido contato puderam trocar telefones e informações.

E assim aconteceu que, antes mesmo do clube realizar a primeira feira, várias pessoas puderam resolver suas necessidades de consertos e reformas que estavam paradas, realizando diretamente algumas trocas. Essa idéia da folha de classificados pode ajudar muito porque as pessoas descobrem que elas têm muito mais coisas a trocar do que imaginam.

2. Fazendo um levantamento dos produtos

Ao divulgar a idéia do clube de trocas deve ser feito um levantamento dos produtos, serviços e saberes que poderão ser levados para uma primeira feira. É bom que haja muita variedade de produtos, serviços e saberes. Também é bom que em cada feira haja uma série de produtos básicos de alimentação e higiene, que são os mais procurados.

Uma das condições para um clube de trocas funcionar bem é que as pessoas encontrem lá muitas coisas que estão precisando; entretanto se a feira for bastante agradável, muita gente pode freqüentá-la apenas para passar um bom momento de lazer.

3. Pensando a primeira feira

O grupo que se dispôs a organizar o clube tem que se reunir para discutir o que está sendo feito e como andam os contatos com os interessados. Mas é bom que não façam muitas reuniões, porque quando um grupo faz muitas reuniões, ele pode perder o entusiasmo.

É melhor marcar logo uma primeira feira.

4. A carta de Princípios

Os organizadores precisam discutir, nesta fase inicial de seu trabalho, uma Carta de Princípios para o Clube.

Não é preciso que seja uma Carta muito longa: basta indicar aqueles cuidados a tomar e algumas regras a respeitar para que o Clube funcione bem e cumpra realmente seus objetivos. Essa Carta de Princípios, que os sócios se comprometem a respeitar, será uma referência para todos que queiram entrar no Clube.

Ela pode ajudar as pessoas a entenderem o que está sendo proposto a elas, evitando problemas futuros com pessoas que poderiam entrar com objetivos diferentes daqueles que justificam a criação e a existência dos clubes.

No final desta cartilha você encontra alguns princípios adotados em alguns clubes, e também no Manual do Animador você encontrará um exemplo completo de carta de princípios.

5. Arranjando um local, marcando a data e a hora para a primeira feira

É preciso arranjar um local com mesas ou bancadas onde os produtos ficarão expostos, e cadeiras para as pessoas se sentarem. É preciso também ter espaço para as pessoas colocarem, em lugar bem visível, cartazes com os serviços e saberes que oferecem.

Esse local pode ser uma sala da igreja, ou da escola, ou de algum clube do bairro, ou a garagem de uma casa, um galpão que esteja disponível, um pedaço de uma rua que a gente possa fechar. Além de arranjar o local, também é preciso estabelecer qual a data e o horário da primeira feira.

A feira tem hora marcada não só para começar mas também para terminar. Um período bom para uma feira é de 4 horas, p.ex. das 14 às 18 horas, e aos domingos, por ser o dia em que as pessoas têm mais tempo disponível.

6. Convidando e verificando quem participará

Nesse momento do trabalho é preciso procurar (visitando ou telefonando) todas as pessoas que mostraram interesse, e convidá-las para a primeira feira. Deixa-se com cada convidado um lembrete por escrito com o local e hora da feira. Se as pessoas levarem com elas esse lembrete, será um sinal de que foram realmente convidadas e informadas sobre as feiras.

  • As pessoas também devem ser informadas do seguinte:
    • ao chegarem ao local da feira, com seus produtos para trocar, deverão se cadastrar como participantes;
    • todos vão receber uma quantidade igual da moeda do clube (nesta cartilha chamaremos a moeda de bônus);
    • esses bônus vão servir para iniciar as trocas; com eles os participantes vão comprar o que quiserem; eles são entregues uma única vez aos sócios, no momento em que se cadastram no clube;
    • esses bônus são como um empréstimo que o clube faz para as trocas poderem funcionar;
    • o clube empresta um valor de 50 bônus para cada sócio;
    • um sócio pode gastar em compras um valor maior do que a quantidade de bônus que recebeu inicialmente, porque recebeu outros bônus ao trocar os produtos que trouxe para a feira ou ao contratar serviços ou saberes que ofereceu;
    • os valores que as pessoas colocam nos produtos, serviços e saberes que oferecem não devem ser mais altos do que os preços que elas encontram fora da feira; o ideal mesmo é que sejam um pouco mais baixos.

Deve-se aconselhar que as pessoas já levem o que vão oferecer com os preços marcados. Assim elas já podem verificar antes quais os preços de mercado.

7. Confeccionando os bônus da primeira feira

Na nossa opinião, uma feira não pode funcionar sem moeda socail (no caso, bônus). Para que os bônus existam, eles precisam ser confeccionados pelos organizadores do clube. E isso eles podem fazer juntos, no mesmo dia da feira, se chegarem 2 a 3 horas antes do horário marcado. O mais seguro, entretanto, é confeccioná-los com maior antecedência.

O primeiro passo é decidir o valor do bônus. O mais fácil é atribuir um valor igual à moeda em uso, o Real: 1bônus equivale a R$ 1,00.

Distribuir para todos os presentes uma folha de papel sulfite; elas serão dobradas ao meio uma vez, depois outra, depois outra; com isso teremos a folha dobrada 3 vezes, no tamanho de um retângulo de 10cm X 6cm. Ao desdobrarem as folhas, todos terão 8 retângulos marcados pelas dobras, que deverão ser recortados. Solicitar a todos que coloquem no centro de dois dos retângulos, se possível em números grandes, o número 5. Isto quer dizer que esses bônus valem 5 reais (se tiverem resolvido que 1 bonus é igual a 1 real). Em outros dois retângulos pede-se que coloquem o número 2; em outros dois o número 1 e por fim, nos dois últimos retângulos o número 0,50. O que quer dizer que esses outros bônus valerão respectivamente 2 reais, 1 real e cinqüenta centavos.

O último passo é distribuir lápis de cor e pedir que desenhem alguma coisa nesses oito retângulos, em volta dos valores que escreveram e que coloquem o nome que cada um queira dar à moeda do clube.

Fazer uma previsão de quantas pessoas se espera que venham à primeira feira. Se cada uma deve receber 50 bonus, e se cada 3 folhas de sulfite permite a confecção de 51 bonus, será necessário um número de folhas igual ao número de pessoas previstas, multiplicado por 3. E a operação de dobrar as folhas, colorir etc, deverá se repetir tantas vezes quantas forem necessárias.

Recolhem-se então esses bônus e duas das pessoas que estão organizando o clube, escolhidas pelos demais, assinarão todos os bônus, que passam a ser a moeda da primeira feira. Só os bônus com essas duas assinaturas poderão circular na primeira feira de trocas.

8. Iniciando a primeira feira

No início da primeira feira os organizadores devem se distribuir para que todos que cheguem sejam logo atendidos.

Também nas feiras seguintes, um ou mais dos organizadores deve estar à disposição para atender aos participantes, sobretudo os que chegam pela primeira vez. As pessoas deverão se cadastrar (deixando nome e endereço num caderno de registro) e aí recebem todas as informações que ainda precisem. Recebem também uma carteirinha provisória com o nome e o número de sócio.

Nesse momento são também informados que a última meia hora da feira será dedicada a uma avaliação conjunta e a uma tomada de decisões. Depois disso, eles passam no caixa para receber os bônus e assinar um comprovante desse recebimento que, como já foi dito, é um empréstimo que o clube lhes faz.

Em seguida os participantes levam seus produtos para a bancada onde ficarão expostos (com o valor marcado em bônus), e colocam no lugar previsto os cartazes com os saberes e serviços que oferecem.

Daí em diante a feira corre por conta dos participantes.

9. Encerrando a primeira feira

Meia hora antes do final da feira, todos devem ser convidados a recolher o que trouxeram e não conseguiram vender, e juntar o que compraram.

Deve-se avisar a todos que entreguem ao “caixa” da feira quantos bônus têm em seu poder. O caixa registrará quantos bônus cada participante entrega, assinalando quantos bônus tem a mais ou a menos do que a quantidade que receberam ao se cadastrar. Os bônus da primeira feira, como já mencionado, são provisórios. Nas feiras seguintes, que já funcionarão com os bônus definitivos, aqueles que tiverem registrado na primeira feira mais bônus do que receberam terão essa mesma quantia a mais em bônus definitivos. E os que tinham registrado bônus a menos, terão essa mesma quantia descontada dos bônus definitivos que receberão.

Mas o que acontecerá com aqueles que não quiserem continuar no clube? Se estavam com bônus a mais poderão, na feira seguinte, sem serem membros do clube, receber essa mesma quantidade de bônus definitivos para gastar nessa feira.

E aqueles que estavam com bônus a menos, ficarão “devendo” ao clube produtos, serviços ou saberes, num valor equivalente aos bônus que tinham a menos. Os que não vão mais participar, devem devolver a carteirinha de sócios.

10. Avaliando a primeira feira

Uma vez recolhido o material da feira, todos se reúnem para tomar algumas decisões respondendo às seguintes questões:

  • 1o O que vocês acharam da feira?

  • 2o Vamos continuar fazendo feiras?

(Se bastante gente quiser continuar, a conversa prossegue.)

  • 3o Quem quer continuar participando dos clubes de trocas?

(Faz-se a lista dos que decidiram participar do clube.)

  • 4o Que nome vamos dar aos nossos bônus?

O nome será escolhido entre os nomes sugeridos nos bônus que circularam na feira e outros que surjam nessa hora. A decisão é tomada por maioria.

  • 5o. Quem está disposto(a) a ajudar os organizadores?

Assinala-se os nomes dos que se dispõem a ajudar na organização da(s) próxima(s) feira(s).

Esse é um bom momento para relembrar a carta de princípios a respeitar.

  • 6o. Em que data se fará a próxima feira?

11. Marcando as datas das feiras seguintes

Deve ser escolhida então a data da próxima feira, dentro de um prazo que não seja curto demais para dar tempo aos organizadores de encontrar um local se possível definitivo e confeccionar os bônus definitivos. O ideal é já escolher uma série de datas, com uma periodicidade regular, para que todos guardem mais facilmente as datas escolhidas.

12. Escolhendo um local definitivo

Os organizadores do Clube, junto com os participantes da primeira feira que resolveram ajudá-los, devem então começar imediatamente a buscar um local para as próximas feiras. O ideal é conseguir um local que possa ser “alugado” contra pagamento em bônus, que serão utilizados pelos proprietários do local para trocar por produtos, serviços ou saberes oferecidos na feira (por exemplo os proprietários contratarão e pagarão com os bônus algum conserto ou pintura do local).

Escolhido o local, ele deve ser logo comunicado a todos os participantes, relembrando a data e a hora que já tinham sido combinadas no final da primeira feira. Com isso as pessoas continuam “ligadas” à criação do clube e se preparam para participar.

13. Confeccionando os bônus definitivos

Os organizadores do Clube devem também imediatamente - até mesmo antes de procurar o local definitivo - começar a confeccionar o bônus definitivo, com o nome escolhido na primeira feira.

Nessa confecção devem ser tomados alguns cuidados que evitem falsificações no futuro. Vejam no Manual do Animador uma receita para produzir os bônus.

14. As despesas e receitas do clube

Falamos de caderno, de bônus, de carteirinha... Quem vai financiar essas despesas? Precisamos arranjar uma solução para isso. A mais fácil é dividir as despesas iniciais do clube entre um grupo de pessoas (futuros sócios ou não), que estejam em condições de colaborar.

Calculamos que as despesas iniciais fiquem entre $100,00 e $130,00 reais. Esse valor representa uma despesa do clube, ou uma dívida do Clube para com os colaboradores. Essa dívida poderá ser paga em bônus ou então, ao longo do tempo, o clube pode desenvolver atividades tipo bingos ou quermesses, e pagar a dívida. Veja mais informações no Manual do Animador.

15. Distribuindo tarefas e responsabilidades

Depois da primeira feira, na preparação das feiras seguintes, já é necessário começar a distribuir tarefas e responsabilidades entre os organizadores do clube.

Assim, para o bom andamento do clube, os sócios precisam se ocupar das seguintes funções:

  • Coordenação e animação: é a pessoa que coordena e estimula o andamento do clube. Ela participa, sempre que for preciso, de todas as outras funções . Ela deve buscar ajuda entre os sócios.
  • Confecção de bônus: os bônus terão sempre que ser produzidos para cada novo participante que entra no clube como sócio.
  • Registro e distribuição dos bônus: é uma atividade ligada a anterior, e acontece cada vez que há distribuição de bônus para novos participantes.
  • Tesouraria: manter atualizadas as contas do clube, em bônus e em reais (se houver). Esse trabalho permite acompanhar o andamento do clube e manter bem transparente para todos os sócios a movimentação “financeira” do clube.
  • Recepção: acolhimento das pessoas que chegam à feira.
  • Secretariado: dois ou três sócios que elaboram a ata das reuniões de avaliação ou outros eventos do clube.
  • Comunicação: produção de um jornalzinho do clube, estabelecimento de contato com meios de comunicação e divulgação, avisos aos sócios sobre eventos, ou outras feiras, publicação das atas das reuniões, etc.
  • Manutenção do local: preparação de forma adequada de todas as instalações que o clube vier a ocupar em feira ou outro evento (ex: quermesse), deixando o local ordenado e limpo ao final dos eventos.

As funções acima descritas são exercidas pelos sócios, voluntariamente, dentro das possibilidades de cada um, sem despesa para o clube. Todos os sócios do clube devem em algum momento, se encarregar dessas tarefas5 .

16. As feiras acontecendo regularmente

Com data, local, carteirinhas e bônus prontos, só falta divulgar a primeira feira regular e esperar os sócios que vão receber os bônus definitivos a que terão direito (descontando-se ou lhes dando a mais, conforme os débitos ou créditos que ficaram da primeira feira).

E todo o resto correrá como na primeira feira, lembrando que antes de terminar, é sempre necessário fazer uma avaliação de como ela se desenrolou, procurando localizar o que pareceu bom, mas também o que está faltando, o que teria que ser modificado para melhorar, etc.

Críticas e sugestões feitas em conjunto por todos os participantes constituem uma condição para que o clube tenha sucesso. É nesse momento que os organizadores, que têm uma visão de conjunto do que significam os clubes de trocas, podem explicar aos presentes coisas que lhes parecem importantes que todos conheçam e discutam. Esta parte da feira, que não é mais de trocas mas é uma parte fundamental, deve ocupar pelo menos meia hora, com a presença e a participação de todos.

17. O que a experiência nos ensinou

  • Um jornalzinho: é muito útil para a continuidade das feiras. Ele pode publicar a lista de “classificados” com ofertas e pedidos, lembrar algumas regras que ajudam as feiras a funcionar bem (frequência assídua nas feiras, trazer produtos de qualidade, levar bem a sério a avaliação após cada feira).
  • O painel, com avisos e com anúncios do que se oferece, deve ficar bem visível e pode conter também uma lista do que as pessoas pedem como serviços e saberes.
  • A perseverança é fundamental, assim como a solidariedade, encarando os produtos disponíveis como o melhor que cada um pode oferecer, e vencendo juntos os problemas.
  • O crescimento dos clubes deve ocorrer de forma natural, mas na perspectiva de reunir um grupo que viva próximo, pois isso facilita a presença dos sócios nas reuniões e feiras. É melhor criar um novo clube do que aumentar sem limites o número de sócios de um clube.
  • A oferta de produtos da cesta básica atrai muito as pessoas.
  • Um curto momento de silêncio no início da feira, para que cada um possa manifestar intimamente sua fé, mostra o respeito que se tem para com os participantes, independentemente da religião que professem.
  • A comemoração dos aniversários dos sócios em uma das feiras do mês pode transformá-la em uma verdadeira festa de aniversário, se os sócios trouxerem bolo, tortas, sucos a serem negociados durante a feira.
  • O saldo em bônus dos sócios deve ser sempre mais ou menos equilibrado. Um sócio pode acumular muitos bônus para usá-los para poder pagar um serviço maior (ex: uma pintura, um serviço de hidráulica). Outro sócio pode estar sem bônus porque consumiu muito e produziu pouco. No caso de um desvio excessivo, o associado deve ser lembrado das regras do clube, para corrigir esse desequilibrio, produzindo ou consumindo mais.
  • É sempre bom lembrar os sócios que todo mundo possui alguma riqueza para oferecer, por exemplo: fazer doces, artesanato, oferecer produtos cultivados em seu jardim, contar história para crianças e até mesmo escutar aqueles que gostariam de conversar sobre seus aborrecimentos e dificuldades.

18. Mudanças no modo de agir

Fazer trocas dentro dos princípios dos clubes de trocas tem também outras conseqüências positivas no modo de agir das pessoas, como por exemplo:

  • num ambiente em que o dinheiro não comanda as coisas , nem há busca de lucro e de tirar vantagem, as relações deixam de ser competitivas e se estabelece uma solidariedade que traz satisfação para todos;
  • começa a se recuperar a auto-estima de quem se sente marginalizado e descobre que tem o que oferecer;
  • a criatividade é despertada;
  • a capacidade de produzir se desenvolve;
  • as trocas como forma de relação com os outros são valorizadas;
  • aprende-se a evitar desperdícios;
  • promove-se um intercâmbio de saberes.

19. Outras Fontes:

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jpgjpg Bônus.jpg manage 30.6 K 08 Jul 2006 - 17:38 UnknownUser  
pdfpdf Cartilha_como_montar_clube_de_trocas.pdf manage 668.8 K 08 Jul 2006 - 17:24 UnknownUser Cartilha Clubes de Troca da REDLASES
pdfpdf clube_de_trocas__livro_Poal_Singer_texto_final.pdf manage 553.1 K 08 Jul 2006 - 16:53 UnknownUser Experiência de São Paulo.
Topic revision: r4 - 20 May 2011 - 17:55:52 - AntonioTerceiro
 
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