Difference: Cgibr (18 vs. 19)

Revision 1910 Dec 2017 - DediGalihWisnumurti05

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-- EvertonRodrigues - 17 Aug 2007
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Relatos sobre cgibr

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Este é um espaço para pensar e discutir propostas para o Comitê Gestor da Internet no Brasil, a fim de que os próximos representantes da sociedade civil possam representar opiniões e reflexões debatidas como movimentos sociais e entidades.
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Qualquer pessoa pode se cadastrar nesse twiki e colaborar.

Basta se cadastrar AQUI e Posteriormente clique em Editar, incluir ou anexar. Para isso, Informe seu Usuário e Senha exatamente como voce mesmo cadastrou.

Além desse twiki temos a lista de discussão, e quem desejar poderá se inscrever para facilitar a nossa comunicação.

Declarações de Apoio ao Candidato Everton Rodrigues

O Instituto AMA - Instituto Anatália de Melo Alves desenvolve no Rio Grande do Norte projetos voltados para a garantia do direito humano à comunicação, com ações de comunicação comunitária e Inclusão digital. Everton Rodrigues tem sido um importante parceiro na luta por esse direito, por isso apoiamos a candidatura dele para compor o CGIBR.

Meu nome é Lucio Uberdan, sou diretor de projetos da Associação do trabalho e Economia Solidária - ATES e ativista dos movimentos de Economia Solidária e Software Livre na região sul do RS.

Aproveitando o email de apresentação do Everton Rodrigues acerca do Cgibr, acrescento que mesmo a ATES não tendo cadastrado-se em tempo hábil para votar nas eleições do Cgibr, temos nós articulado nossas relações no apoio ao Everton para composição do comitê pelo 3 setor (carta de apoio < http://ates-ong.blogspot.com/2007/09/carta-de-apoio-everton-rodrigues.html >).

Acreditamos na ATES que o mundo do trabalho altera-se continuamente. Na produção a geografia da fábrica altera-se e expandi-se de forma dramática: corporações globalizadas, unidades produtivas compactas, trabalho alienado, uma produção crescente fruto de poucos trabalhadores operando grandes máquinas, desemprego formal e ampliação da informalidade. Por um lado amplia-se o saque aos recursos naturais (com o sub-trabalho e trabalho escravo principalmente no chamado 3º mundo), de outro, fruto da grande produção e necessária conquista de consumidores (mercados), crianças em sinaleiras vendendo chocolates tornam-se estratégicas e importantes para a necessária omercialização e reprodução do capital daquela grande corporação.

Muitos são os motivos presentes na atualização do modelo de produção capitalista frente a tensão Capital x Trabalho na contemporaneidade, mas é inegável que a tecnologia cumpriu e cumpre um papel estratégico nesse cenário: facilitando a extração de matéria prima; aumentando a produção; ganho de mercados; subordinação do trabalho. Tanto na produção como na financeirização, a tecnologia vem tendo um papel central nas alterações curso, até então sendo mais conivente com o Capital, proporcionando a este (de certa forma), as condições necessárias para a manutenção de suas altas taxas de lucro.

Por essa tese aqui descrita de forma muito simplificada, a ATES vem construindo ações políticas de interação das novas tecnologias de informação e comunicação com a Economia Solidária, a autogestão e as fábricas recuperadas, contribuindo assim no apoio das TICs ao "Trabalho". Nesta perspectiva, encontramos no Everton frente a seu histórico de luta nos movimentos de tecnologias livres e democratização da comunicação, um parceiro dedicado e qualificado para a constituição de ações que visão interferir no peso desproporcional da tensão (balança) Capital x Trabalho a favor dos trabalhadores, a favor de quem executa o trabalho e produz as riquezas hoje ainda apropriadas quase em sua integralidade.

Lucio Uberdan Militante dos Movimentos de Economia Solidária e Software Livre - Diretor da ATES - Associação do Trabalho e Economia Solidária - Pelotas/RS

Apoio Everton Rodrigues para compor o CgiBr? porque representa a nova geração da inclusão digital no Brasil, onde busca criar as interfaces entre os projetos sociais tanto governamentais como dos movimentos. Além de trabalhar para integrar o movimento software livre, inclusão digital, rádiodifusão comunitária e a economia popular e solidária buscando sensibilizar os movimentos sociais para esses temas. Walter Pinheiro - Deputado Federal/PT - Bahia

Oxalá se tivéssemos mais Everton's para indicar. Em itajaí ele fez um trabalho fabuloso de emocionar na abertura do primeiro Casa Brasil depois do modelo de valente. O Everton articulou toda a comunidade e fez com que até hoje o verdadeiro objetivo do casa brasil alcançasse êxito. Meu nome e meu apoio seria para Everton Rodrigues sempre. Jean Sestrem - Militante do Software Livre - Secretário de Cência e Tecnologia de Itajaí Santa Catarina

Declaração de Apoio ao Candidato Everton Rodrigues para compor o CGibr

O projeto Casa Brasil é um projeto de pesquisa do governo federal. Trabalha a inclusão digital, social e cultural com ações em todos os estados do país, atuando em regiões de baixo IDH.

Everton, é um de nossos colegas pesquisadores, que atua na implementação, acompanhamento, avaliação e articulação comunitária.

Os membros aqui citados integrantes da equipe do Projeto Casa Brasil Apoiam Everton Rodrigues para o comitê gestor de Internet. Everton Já atuou e atua com dedicação em várias ações de inclusão digital, cultural , social e tecnologias livres, e por isso, acreditamos que nosso colega através de sua trajetória com os movimentos sociais e proposta para o cgibr pode contribuir de forma vital a geração de políticas públicas libertárias e de combate a qualquer exclusão.

TEC - Bruno Luchin - PR

TEC - Jose Augusto da Costa Carvalho - MS

TEC - Peterson Danda - RS

TEC - Clenio - GO

TEC - Diego Medeiros - DF

TEC - Daniela Montelo - MA

TEC - Jeferson Matos - RJ

Pixel

TIC - Augusto Duarte - PR

Apoio ao companheiro Everton Rodrigues - Dione Manetti - Militante da Economia Solidária - (Atualmente Diretor de Fomento a Economia Solidária, da Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego)

A aliança estratégica que vem sendo construída no Brasil entre a economia solidária e as tecnologias livres, tem contribuído no fortalecimento da luta destes dois temas.

Muitas são as mulheres e homens que contribuem para tornar real esta aliança. Mas quero aqui me dedicar a falar de um destes tantos, que é o companheiro Everton Rodrigues.

Desde o primeiro contato que tivemos, este companheiro demonstrou muita lucidez acerca das potencialidades que esta aliança possuía. Foi incansável em lutar para que a vontade de atuar em conjunto saísse apenas do campo das idéias e fosse para a prática. Não descansou enquanto não viu suas idéias misturarem-se com as dos outros, dando origem a novas idéias e tornando-se ações práticas. Enfim, trata-se de um companheiro que no cotidiano da sua militância demonstra o compromisso com a luta por um outro mundo que é possível.

Por isso e por tantos outros exemplos que poderia relatar aqui, que marcam a trajetória militante do companheiro Everton Rodrigues, é que gostaria de manifestar meu total apoio a sua candidatura ao Comitê Gestor da Internet do Brasil - CGIbr e desejar que após sua eleição ele possa, nesta nova tarefa, continuar contribuindo com a construção de um mundo mais justo e solidário.

Dione Manetti - Militante da Economia Solidária - (Atualmente Diretor de Fomento a Economia Solidária, da Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego)

Para se inscrever na lista acesse: http://listas.softwarelivre.org/cgi-bin/mailman/listinfo/debatecomitegestor

A lista das entidades que poderão votar encontra-se nesse link: http://www.cgi.br/eleicao2007/lista.htm

Prazos importantes do processo eleitoral do Cgibr

# 22/08/2007 - Publicação da lista definitiva de entidades inscritas
# 11/09/2007 - Prazo máximo para indicação de candidatos
# 17/09/2007 - Prazo máximo para envio de declaração pelos candidatos
# 24/09/2007 - Publicação da lista de candidatos
# 01/10/2007 - Prazo máximo para recurso da lista de candidatos

Vamos construir coletivamente essas propostas:

Seção propostas:

1. Definição marco legal do CGI.br e NIC.br como uma estrutura permanente de governança da Internet no país: Essa definição deve ser discutida conjuntamente com a lei geral das comunicações. Não é possível pensar o marco legal do cgibr separadamente da lei geral das comunicações.

2. Desenvolver projeto de desonvolvimento das TICs para o desenvolvimento humano no país.

3. Continuar e aprofundar a participação do CGI.br nos processos e eventos nacionais e internacionais de governança com discussão prévia.

4. Construir a participação do CGIbr na Conferência Nacional de Comunicação

A Conferência Nacional de Comunicação já é uma proposta defendida pelo Ministro das Comunicações Hélio Costa. Essa proposta foi defendida também pelo Ministro durante a Conferência Nacional Preparatória de Comunicações chamada pelas Comissões de Ciência e Tecnologia do Senado e Câmara Federal junto com o Ministério das Comunicações nos dias 17, 18 e 19 sembro. Diante da realidade de construir a conferência de comunicação é preciso que as pautas do CGibr sejam discutidas na conferência, e também que o cbibr se aproprie das discusões do tema da comunicação como um todo. A convergência digital exige essa integração.

5 . Projeto de Inclusão Digital

6. CGibr e Software livre O software livre é um exemplo de copartilhamento do conhecimento. É uma demonstração de autonomia, gestão compartilhada e tomada de decisões coletivas. diante disso, o Cgi.br deve assumir as práticas e os métodos do software livre. Além de usar (que já faz) deve também dissiminar a filosofia do software livre como algo estratégico do desenvolvimento da internet no Brasil.

7. Criar instrumentos e mecanismos de participação direta da sociedade civil nas discussões do CGIbr.

Antes de mais nada é clara e evidente a necessidade de aumentar o número de participantes da sociedade civil do terceiro setor. Certamente existem um número maior de organizações no terceiro setor. Esse idéia se reflete de que é vísivel a maior quantidade de entidades do terceiro setor inscritos para esse processo eleitoral.

Além disso, é fundamental que nesse segundo mandato se construa instrumentos mais participativos, tanto da sociedade em geral, como das entidades que se dispuseram a dedicar-se a esse tema de grande relevância.

Para isso, é importante que dois instrumentos sejam criados o mais rápido possível: Um portal, onde todas os debates polêmicos ou não estejam publicados, e que esse portal seja completamente aberto à participação da sociedade. Aliado a isso, o outro instrumento é a criação de fóruns presenciais, que podem ser debates, seminários ou plenárias, onde a sociedade civil e os movimentos sociais possam encaminhar ao CGI.br suas contribuições.

É preciso discutir também o formato do processo eleitoral do Comitê Gestor. O atual formato eleitoral permite que apenas personalidades jurídicas possam participar do processo eleitoral, e devemos verificar se essa é a melhor forma. Será que os usuários da internet em geral não poderiam participar do processo eleitoral do CGI.br? Será que ao misturar experiências eleitorais dos conselhos em geral com a experiência do CGI.br, podemos criar um processo mais democrático?

8. Infra-estrutura para produção de conteúdo.

Para a produção de conteúdos digitais, além de criar as ferramentas para fomentar é preciso também ter as ferramentas para distribuir e trocar esses conteúdos. As páginas eletrônicas são fundamentais nesse processo. Diante da realidade de que muitas entidades em nosso país, não tem condições de manter duas questão fundamentais de seus sites. Que são: o registro do domínio e hospedagem das páginas. Com essa realidade proponho que o Cgibr elabore e execute um programa de registro e hospedagem gratuítas para organizações que não possuem recursos para isso. Esse programa no cgibr deverá ter critérios lançados através de edital todo o ano com o objetivos de financiar registros registro de domínio e hospedagem de sites.

Além disso, o CGI.br tem que propor projetos que democratizem o acesso à banda larga em nosso país. Não enquanto executor, mas como articulador. O CGI.br tem que pensar na intersetorialidade de projetos como, por exemplo: a relação entre projetos do próprio governo com projetos dos movimentos sociais. Exemplos de projetos do governo de inclusão e cultura digital bem sucedidos, são a Casa Brasil e Pontos de Cultura. Exemplos de movimentos socias de comunicação comunitárias são as rádios comunitárias, rádios livres e as tv's comunitárias.

Diante da democratização da banda larga, para que, os meios de comunicação comunitária estejam conectados através da rede mundial de computadores, é necessárioque o CGI.br esteja seja sensível para o fato da internet estar impactando a economia em nosso País. Para isso suas ações também devem contemplar as instituições que trabalham com os conceitos de envolvimento econômico. A Economia Solidária deve ser incluída, de forma digna e produtiva, na rede.

8. Cota de 30% para mulheres.

Não há dúvida de que vivemos em uma sociedade patriarcal. Na tecnologia da informação os números são ainda maiores. Na atual gestão da internet temos apenas uma mulher e é suplente. Nesse processo eleitoral temos 16 candidatas(os), desses 13 são homes e 3 mulheres. Não é possível pensar na diversidade nas ações do Cgibr, se temos apenas homens para na gestão da internet. Diante disso proponho que o Cgibr adote a política de 30% para mulheres no Cgibr.

Tarefas do CGIBr

Entre as principais atribuições e responsabilidades do CGI.br, destacam-se:


a proposição de normas e procedimentos relativos à regulamentação das atividades na internet;
a recomendação de padrões e procedimentos técnicos operacionais para a internet no Brasil;
o estabelecimento de diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e ao desenvolvimento da internet no Brasil;
a promoção de estudos e padrões técnicos para a segurança das redes e serviços no país;
a coordenação da atribuição de endereços internet (IPs) e do registro de nomes de domínios usando <.br>;
a coleta, a organização e a disseminação de informações sobre os serviços internet, incluindo indicadores e estatísticas.

A Comissão de Trabalho de Conteúdos do CGI.br que tem entre suas atribuições promover estudos, recomendar procedimentos e propor programas de pesquisa e desenvolvimento relacionados à Internet, criou a CT-Conteúdos para estimular a discussão sobre a produção de conteúdos em língua portuguesa.

Objetivos

Os objetivos específicos da CT-Conteúdos são:


Fomentar a produção de conteúdos digitais de qualidade em l íngua portuguesa
Viabilizar o uso de conteúdos de domínio público, assim como de acervos com direitos de propriedade intelectual
Valorizar o material já reconhecido no passado
Valorizar e acondicionar a cultura contemporânea, que muitas vezes já nasce digital
Dar visibilidade e acesso ao conteúdo lusófono dos demais países de língua portuguesa

Seção Relatos:


Enviado no Primeiro Turno: Eleição do CGI.br está em Andamento. E o que você sabe sobre isso?

Everton dos Santos Rodrigues, Movimento de Inclusão Digital e Software Livre

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) está em processo eleitoral.

Desde sua criação pela Portaria Interministerial Número 147, de 31 de maio de 1995, pelo Ministro de Estado das Comunicações e o Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia, esta é a segunda eleição, onde a sociedade civil poderá participar do processo eleitoral, através de suas representações jurídicas.

O primeiro mandato foi nomeado pelo Governo Federal e o segundo mandato foi o primeiro a ser através do voto, onde entidades puderam votar.

Nesse segundo mandato, as avaliações dos representantes do terceiro setor no CGi.br e sua atuação, são mais positivas que negativas.

Evidentemente que um processo novo como esse, tem que ser ajustado. Devemos trabalhar com a idéia de que não construiremos nossos processos sociais do “dia para a noite”, e que todos os processos em nossa sociedade requerem muito trabalho e debate coletivo.

Nesse sentido, é importante dizer que é positiva a própria criação do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), porque, simplesmente a rede mundial de computadores, a cada dia que passa, influencia nossa vida, seja na cultura, na economia ou na política. As relações sociais no Brasil e no Mundo estão em plena transformação, com grande velocidade, como nunca vimos antes, pela influência da internet. E nosso país se destaca mundialmente neste processo.

Toda essa transformação, provocada por uma sociedade cada vez mais em rede, exige que o debate sobre a internet seja feito de forma mais aberta, e que nós devemos partir da experiência já existente, neste e em outros setores, sem desconsiderar o acúmulo do CGI.br, mas também sem achar que o processo está pronto e acabado.

A internet foi criada de forma completamente aberta e de forma colaborativa. Isso foi determinante para o sucesso da sua criação e devemos lutar para que assim permaneça.

Nesse sentido, é interessante salientar, e nós devemos levar em consideração que o segundo ponto positivo é o fato do CGI.br ser um praticante no uso do "software" livre (SL). E é verdade que nós podemos avaliar essa condição como não sendo suficiente, pois poderia ser ainda melhor.

De fato, sempre podemos fazer mais, mas fazer algo como utilizar o SL, já é um bom começo e devemos ver isso como ponto positivo, como parte de um processo que busca sempre avançar.

A atual gestão do CGI.br criou sua personalidade jurídica NIC.BR (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br) que é uma entidade civil, sem fins lucrativos.

Também foi criado o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) que é responsável por receber, analisar e responder a incidentes de segurança envolvendo redes conectadas à Internet no Brasil.

Além de ter criado o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação - CETIC.br, que é responsável pela produção de indicadores e estatísticas sobre a disponibilidade e uso da Internet no Brasil, divulgando análises e informações periódicas sobre o desenvolvimento da rede no país.

Mas, para pensar em avançar nesse processo de gestão da internet no Brasil, quero destacar dois objetivos do CGIbr que são: “o estabelecimento de diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e ao desenvolvimento da internet no Brasil;” e “Fomentar a produção de conteúdos digitais de qualidade em língua portuguesa” .

Esses dois objetivos são amplos e, a partir deles, podemos pensar em inúmeras idéias. Mas quero me concentrar, nesse momento, na participação popular direta.

A partir desses dois (2) objetivos, é possível fazermos muitos debates e elaborar propostas concretas. Mas para que possamos elaborar proposições que possam beneficiar o conjunto da diversidade na sociedade que a internet está contemplando, nós necessariamente precisamos que esse debate seja feito de forma democrática e colaborativa, assim como, a internet foi criada. Essa idéia de construir os processos de forma colaborativa é um pressuposto do qual não podemos abrir mão.

Nesse sentido, é preciso dizer que os temas do CGI.br ainda são assuntos desconhecidos da grande maioria da sociedade, mesmo para os usuários da própria rede, e, infelizmente, para a maioria das entidades que participaram do primeiro e único processo eleitoral, já que, agora, vamos para o segundo.

Essa falta de conhecimento sobre o CGI.br pelas próprias entidades que participaram do primeiro processo e pela sociedade em geral, se dá porque não existe instrumentos de publicação e disseminação aberta das discussões que lá acontecem e muito menos ferramentas de participação das entidades que se cadastram para o processo eleitoral, e/ou, até mesmo, maneiras da sociedade em geral participar.

Diante disso é fundamental que nesse segundo mandato se construa instrumentos mais participativos, tanto da sociedade em geral, como das entidades que se dispuseram a dedicar-se a esse tema de grande relevância.

Para isso, é importante que dois instrumentos sejam criados o mais rápido possível: Um portal, onde todas os debates polêmicos ou não estejam publicados, e que esse portal seja completamente aberto à participação da sociedade. Aliado a isso, o outro instrumento é a criação de fóruns presenciais, que podem ser debates, seminários ou plenárias, onde a sociedade civil e os movimentos sociais possam encaminhar ao CGI.br suas contribuições.

Outro tema que já começa aparecer é a própria eleição do Comitê Gestor. O atual formato eleitoral permite que apenas personalidades jurídicas possam participar do processo eleitoral, e devemos verificar se essa é a melhor forma.

Será que os usuários da internet em geral não poderiam participar do processo eleitoral do CGI.br? Será que ao misturar experiências eleitorais dos conselhos em geral com a experiência do CGI.br, podemos criar um processo mais democrático?

Para cumprir o segundo objetivo que destaco, que é fomentar a produção de conteúdo, o CGI.br tem que propor projetos que democratizem o acesso à banda larga em nosso país.

Esses projetos de banda larga precisam levar em consideração os movimentos sociais e suas experiências de comunicação comunitária já existentes, como rádios comunitárias, tv's comunitárias e rádios livres.

Para facilitar esse fomento, o CGI.br tem que pensar na intersetorialidade de projetos como, por exemplo: a relação entre projetos do próprio governo com projetos dos movimentos sociais. Exemplos de projetos do governo de inclusão e cultura digital bem sucedidos, são a Casa Brasil e Pontos de Cultura. Exemplos de movimentos socias de comunicação comunitárias são as rádios comunitárias, rádios livres e as tv's comunitárias.

Diante disso, é importante que esses meios de comunicação estejam conectados através da rede mundial de computadores, com banda larga, para facilitar a produção de conteúdo.

Além disso, é preciso que o CGI.br esteja mais sensível para o fato de como a internet está impactando a economia em nosso País. Deve verificar se suas ações de desenvolvimento da internet beneficia o desenvolvimento da economia, cultura, arte, lazer e organização da sociedade com um todo ou se está privilegiando as grandes empresas.

Nesse sentido, é fundamental que o CGI.br observe se um importante conceito de desenvolvimento econômico que é a “Economia Solidária” está sendo beneficiado, assim como está ocorrendo com a economia capitalista.

É preciso que a Economia Solidária também seja incluída, de forma digna e produtiva, na rede. E essa deve ser uma preocupação nossa, como um coletivo social, e portanto, também, do CGI.br.

Para terminar, quero socializar que criei uma página "wiki" (construção colaborativa) para debater a atuação dos membros do CGI.br que representarão o terceiro setor no próximo mandato, e para isso, acesse: http://twiki.softwarelivre.org/bin/view/RedePopular/Cgibr

Enviado no Primeiro Turno: Faltam 16 dias para começar o processo de votação da eleição do CGI.br

Já em contagem regressiva para iniciar o processo de votação onde serão eleitos as(os) novas(os) conselheiras(os) do CGI.br, envio a segunda mensagem pela qual apresento novas informações sobre esse importante processo eleitoral.

Também devo ressaltar que desde o início do período de campanha até aqui algumas entidades e pessoas responderam ao chamado de contribuir com o debate. Também é importante lembrar que as contribuições vieram também de sujeitos que não poderão votar, mas que mesmo assim manifestam interesse em colaborar com o debate, por que, entendem o quanto a internet é estratégica para a democratização do mundo e do Brasil.

Como sabemos a internet teve êxito, porque, foi desenvolvida de forma aberta e sem restrições, assim como, o software livre foi.

No início poucos acreditavam no seu sucesso da internet, mas agora muitos querem controlar esse meio de comunicação de acordo com seus interesses. E diante disso devemos nos organizar, para que, isso não aconteça. A internet deve manter os princípios de liberdade que fundamentaram a sua criação.

No Brasil com interesse de controlar a internet o Senador Eduardo Azeredo, já propôs projeto de lei no Congresso Nacional para esse fim. Com essa proposta o Senador junto com a Febraban vem liderando um movimento de controle desse meio de comunicação interativo. A sociedade civil já manifestou opinião contrária a esse iniciativa.

A Safernet assumiu a tarefa de organizar informações sobre a proposta de Azeredo e seus desdobramentos, confira no site: http://www.safernet.org.br/petitioner/projeto_lei_azeredo/

Além disso, a Safernet assumiu tarefa importante para o processo eleitoral do Cgibr. Entrevistou todos e todas as candidatas do terceiro setor e organizou o perfil e as principais propostas de cada candidata e candidato. Essa iniciativa ajuda na democratização desse processo eleitoral. Veja em breve o resultado desse trabalho no site: http://www.safernet.org.br

As novas propostas que surgiram como resultado desses contatos são:

1 - Para o avanço do software livre é preciso que o Comitê adote o Open Document Format (ODF) como o padrão oficial de documentos, além de promover o uso de software livre através de campanhas.

2 - Cota de 30% para mulheres - No atual comitê gestor da internet temos apenas uma mulher e é suplente. Nesse processo eleitoral temos 16 candidatas(os), desses 13 são homens e 3 mulheres. Não é possível pensar na diversidade nas ações do Cgibr, se temos apenas homens no cgibr. Diante disso, é importante que o Cgibr adote a política de 30% de cota para mulheres.

3 – É preciso ampliar o debate e o combate dos crimes da Internet. Nesse sentido o debate deve ser feito também nas escolas, e para isso, tem que acrescentar nos currículos escolares o tema das Tics. Aliado a isso devemos aumentar os recursos financeiros do Cgibr para contribuir com campanhas e capacitação de crianças, adolescentes e jovens no uso da internet.

4 - Infra-estrutura para produção de conteúdo - Para a produção de conteúdos digitais, além de criar as ferramentas para fomentar é preciso também ter as ferramentas para distribuir e trocar conteúdos. Muitas entidades em nosso país, não tem condições de manter seus registros de domínios, hospedagem das páginas e também ferramentas de gestão desses conteúdos. Com essa realidade é preciso que o Cgibr elabore e execute um programa de registro, hospedagem em conjunto com a disponibilização instrumentos de gestão de conteúdos para organizações e coletivos que não possuem recursos. Esse programa deverá ter critérios lançados através de edital.

Essas são as novas propostas discutidas com algumas(os) sujeitos.

Outra questão importante que sugiro é que todas as entidades interessadas, participem do IGF que será no RJ. O brasil será sede da 2ª reunião do IGF (Internet Governance Forum – Fórum de Governança da Internet ), que será realizado entre os dias 12 e 15 de novembro de 2007 no Rio de Janeiro, Brasil.

Esse é um momento oportuno de conhecer mais sobre a gestão da internet e de aprofundar o debate no Brasil. Para participar é preciso cadastrar-se no site em ligua inglesa: http://intgovforum.org/register/index.php

No mais estou ainda a disposição para construir as propostas de forma colaborativa.

Até o dia 29 de outubro, quero enviar uma mensagem com todas as propostas para o Cgibr.

Se Puder me passar o seu número de telefone podemos também discutir idéias e propostas por telefone.

Everton Rodrigues Candidato a Conselheiro no CGi.br

Enviado no Primeiro Turno: Ação afirmativa. uma política necessária - Cota de 30% para mulheres no CGIbr

A nosso sociedade é estruturada na dicotomia entre o público e o privado, que destina às mulheres o papel da reprodução, do trabalho do cuidado, aprofundando a divisão sexual do trabalho, que atribui papeis secundários as mulheres nos espaços de decisão, colocando-as sempre em situação de desigualdade dos homens. Esse modelo de definir papeis de homens e papeis de mulheres, impõem as mulheres um mundo visto como privado e para o homem, o mundo do poder, das decisões, o mundo público. Mas se olharmos na verdade esses mundos não são tão diferentes assim. Porém, essa separação permite colocar as mulheres para realizarem trabalhos precários, invisíveis e gratuito. Buscar romper com essa forma de organização da sociedade é um desafio central para construímos formas mais justa, solidárias e igual.

O mundo tem se transformado de forma muito dinâmica e isso não tem significado mudanças positivas para a vida das mulheres. Apesar de todos os avanços que o movimento feminista tem alcançado, o capitalismo busca a todo tempo se apropriar das bandeiras de luta conquistada por esse movimento. Isso nos leva a reafirmar que as transformações de valores, de questões concretas das nossas vidas, se faz necessários em todas as frentes de lutas e espaços da sociedade. – Para Tatau Godinho a igualdade efetiva entre mulheres e homens está relacionada à igualdade nos mais diversos âmbitos das relações sociais. Não se trata de uma igualdade formal, mas de conseguir que essa igualdade signifique não apenas o acesso, mas condições efetivas de participação política.

Esse mundo digital ou era das tecnologias da informação e comunicação - TIC's, por dispor de muito poder onde informação e conhecimento é poder, também é reflexo direto dessa forma de organizar a sociedade, portanto consideradas como lugar natural dos homens. No entanto, cada vez mais, as mulheres tem se apropriado desse instrumento, ocupando espaços importantes, criando novas ferramentas, se organizando nos espaços de articulação, como faz o Projeto Software Livre Mulheres no Fórum Internacional de Software Livre.

Neste sentido, a informática tem sido poderosa na reprodução de conhecimento, de circulação de informação, e por isso, pode ser uma ferramenta fundamental para transformação dessa sociedade de mercado.

Uma das maneiras que esse espaço de poder pode contribuir diretamente com fim das desigualdades entre homens e mulheres é garantir no Comitê Gestor da Internet uma política de ação afirmativa, visto que atualmente toda a sua composição é masculino. Essa política representa o reconhecimento da necessidade, para além do discurso da desigualdade, da participação política das mulheres em todos os espaços, principalmente quando se refere a instrumento que regulariza o mundo da internet. Assim, a política de ação afirmativa combate a imensa desigualdade social entre homens e mulheres com medidas concretas para reverter a lógica de exclusão das mulheres do espaço público.

O comitê Gestor da Internet tem a obrigação de se olhar como espaço estratégico para uma ação de rompimento com essa sociedade que mercantiliza o corpo e a vidas das mulheres, transforma tudo em mercadoria, a vida, o sentimentos, as pessoas. “Uma política de ação afirmativa nega que se possa construir qualquer projeto de transformação social igualitário, qualquer projeto socialista, sem a auto-organização das mulheres e sem sua presença efetiva nos espaços de poder e decisão. Esta é uma condição imprescindível para garantir que a luta contra a discriminação de gênero esteja presente com a radicalidade necessária em qualquer projeto de revolução social.”(Godinho – 1998).

Na busca de que o CGIbr seja também de fato um instrumento responsável com mudanças concretas na sociedade, rompendo com todas as formas de opressão, propomos que na sua composição seja adotada as cotas de 30% para mulheres, garantindo assim, não só participação políticas das mesmas nos espaços de poder, mas também permitindo que esse instrumento construa a partir do olhar das mulheres, formas através da internet a efetivação de um mundo igual entre mulheres e homens. Além disso, é necessário conceber processos de debate e formação, que fortaleçam cada vez mais a participação das mulheres nesses espaços, bem como propor medidas que coíbam o machismo virtual, a homofobia, o racismo e a pornografia infantil.

Assinam essa proposta:

1 - Centro Feminista 8 de Março - http://www.cf8.org.br/

2 - Centro das Mulheres do Cabo - http://www.mulheresdocabo.org.br/index.html

3 - Maria do Amparo Araújo - Movimento Tortura Nunca Mais - PE - http://atos.torturanuncamais.org.br/institucional/mtnm_tes/tes.htm

4 - Everton dos Santos Rodrigues - Candidato a Conselheiro do 3 setor no Comitê Gestor da Internet do Brasil - Cgibr

Enviado no Primeiro Turno: Faltam 3 dias para sua entidade declarar o voto e participar da eleição do próximo mandato do CGI.br

Agora está bem próximo de começar o período de votação, onde será eleito o novo comitê gestor da internet do brasil – CGI.br. A votação será no período de 1 a 7 de novembro. A comissão eleitoral do Cgibr irá enviar todas as informações para o email do responsável de cada uma das entidades.

Como havia prometido estou enviando a minha proposta após o debate com algumas entidades e pessoas.

Nesse período de aproximadamente 4 meses avalio que esse foi um rico processo, onde passamos por várias etapas.

A primeira etapa foi a campanha que fizemos, para que, o máximo de entidades se cadastrassem no sentido de participarem de todo o processo eleitoral.

82 entidades se cadastraram e estão aptas a votar. Desse total 61 organizações tem representantes do sexo masculino e apenas 21 são representadas por mulheres, o que representa apenas cerca de 13%.

A segunda etapa foi de definição das candidatas e candidatos, onde 16 pessoas se cadastraram. 13 candidatos e 3 candidatas.

A terceira etapa foi a da campanha e essa foi fundamental, para que, as organizações votantes tivessem a oportunidade de conhecer mais sobre o que realmente significa a gestão da internet e também o que pretendem os candidatos.

A grande maioria das entidades que participaram da primeira eleição, não participaram agora, portanto, temos entidades que nunca discutiram esse tema.

Mas, mesmo com todos os nossos limites e dos materiais que enviei conto com a possibilidade de ter contribuído para a ampliação dos vossos conhecimentos sobre alguns temas que dizem respeito a internet.

Nesse período de campanha tentei dialogar com o máximo de organizações, grupos e indivíduos. E essa prática entendo que não deva ser apenas em processo de campanha, mas também durante o mandato dos eleitos. Isso tem que ser determinante.

Nesse período de campanha mandei 3 mensagens para a sua entidade.

A primeira mensagem foi com o título “Eleição do CGI.br está em Andamento. E o que você sabe sobre isso?” e pode ser encontrada no site do projeto software livre brasil: http://www.softwarelivre.org/news/9929

A segunda mensagem foi “Faltam 17 dias para começar o processo de votação da eleição do CGI.br” e pode ser encontrada no wiki: http://twiki.softwarelivre.org/bin/view/RedePopular/Cgibr#Faltam_16_dias_para_come%E7ar_o_pr

A terceira mensagem foi enviada com a proposta “Ação afirmativa – uma política necessária - Cota de 30% para mulheres no CGIbr”:

Além de enviar essas mensagens prestei duas entrevistas: A primeira para a Safernet que pode ser encontrada em: http://www.safernet.org.br/twiki/bin/view/SaferNet/Noticia20071022000005

A segunda entrevista foi para o Observatório do Direito à Comunicação que pode ser acessa da em: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=1756

Essa é a quarta e última mensagem que envio. Se sua entidade quiser e tiver necessidade de dialogar comigo pode enviar email para everton@softwarelivre.org ou me ligue no número (61)84450560.

Se for eleito para compor 1 das 4 vagas do terceiro setor os meus principais compromissos serão:

1 - Transparência na Gestão e Criação de Mecanismos de Participação popular direta. Construir portal interativo. Reconhecer e incentivar reuniões, seminários e plenárias presencias, além de defender a idéia de que as reunião do Cgibr deva ser nos estados para além de SP, onde essas reunião sejam abertas;

2 – Adotar os conceitos do conhecimento livre. É preciso que o Comitê adote o Open Document Format (ODF) como o padrão oficial de documentos, além de promover o uso de software livre através de campanhas;

3 - Cota de 30% para mulheres - Na busca de que o CGIbr seja também de fato um instrumento responsável com mudanças concretas na sociedade, rompendo com todas as formas de opressão, propomos que na sua composição seja adotada as cotas de 30% para mulheres, garantindo assim, não só participação políticas das mesmas nos espaços de poder, mas também permitindo que esse instrumento construa a partir do olhar das mulheres, formas através da internet a efetivação de um mundo igual entre mulheres e homens. Além disso, é necessário conceber processos de debate e formação, que fortaleçam cada vez mais a participação das mulheres nesses espaços, bem como propor medidas que coíbam o machismo virtual, a homofobia, o racismo e a pornografia infantil; 4 – Ampliar o debate e o combate dos crimes da Internet. Para isso o debate deve ser feito também nas escolas, e o mecanismo é acrescentar nos currículos escolares o tema das Tics. Aliado a isso devemos aumentar os recursos financeiros do Cgibr para contribuir com campanhas e capacitação de crianças, adolescentes e jovens no uso da internet.

5 - Infra-estrutura para produção de conteúdo - Para a produção de conteúdos digitais, além de criar as ferramentas para fomentar é preciso também ter as ferramentas para distribuir e trocar esses conteúdos. Muitas entidades em nosso país, não tem condições de manter seus registros de domínios, hospedagem das páginas e também ferramentas de gestão desses conteúdos. Com essa realidade é preciso que o Cgibr elabore e execute um programa de registro, hospedagem em conjunto com a disponibilização instrumentos de gestão de conteúdos para organizações e coletivos que não possuem recursos. Esse programa deverá ter critérios lançados através de edital.

6 – Construir o marco regulatório da convergência tecnológica - O CGI tem que se somar na construção da conferência nacional de comunicação, já defendida no mês de setembro pelo Ministro Hélio Costa durante Conferência Nacional Preparatória de Comunicações chamada pelas Comissões de Ciência e Tecnologia do Senado e Câmara Federal junto com o Ministério das Comunicações. Além disso, o Cgibr deve participar de todos os grupos de trabalho para elaborar a nova lei geral das comunicação, já que, a comunicação é basicamente a convergência digital onde a internet é a base fundante. Essa proposta é histórica do movimento pela democratização da comunicação. A realização do Congresso da Internet Brasileira é também um fundamental instrumento para isso.

7 - Propomos que o CGI.br observe outras formas de envolvimento econômico que é a Economia Solidária. E que desenvolva políticas de inlcuir empreendimentos de economia solidária na sociedade da informação, assim como, está ocorrendo com a economia capitalista. É preciso que a Economia Solidária também seja incluída, de forma digna e produtiva, na rede. E essa deve ser uma preocupação nossa, como um coletivo social, e portanto, também, do CGI.br.

Desejo boa sorte para nós nesse processo. E que a nova gestão do Cgibr possa avançar na democratização da comunicação no Brasil.

Everton Rodrigues Candidato a Conselheiro no CGi.br

Entidades participantes do colégio eleitoral do cgibr

Adetec Associação do Desenvolvimento Tecnológico de Londrina e Região
Aprendizado Doméstico Santana
ASIITE - Associação Santo Inácio para Integração do Trabalhador Especial
ASSOCIAÇAO BENEFICENTE CRISTO VIVE
Associação Cultural Alquimídia
Associação Cultural de Negritude e Ação Popular
Associação das Mulheres de Nazaré da Mata - AMUNAM
Associação de Docentes da UERJ
Associação de Educação e Cidadania Santos Dumont
Associação de Entidades Canal Comunitário de TVs por Assinatura do Rio de Janeiro
ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES SEM TERRA DA ZONA OESTE - RESIDENCIAL RECANTO DA FELICIDADE
Associação Software Livre.Org
CAWEB
CDI CAMPINAS - Comitê para Democratização da Informática
CECIP - Centro de Criação de Imagem Popular
CEMINA
Central Única dos Trabalhadores
CENTRO DAS MULHERES DO CABO
Centro de educação,estudos e Pesquisas
Centro de Formação Integral
Centro de Integração Social e Cultural - CISC
CENTRO SUBURBANO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
CIPÓ - Comunicação Interativa
CIRCULO DE APOIO À APRENDIZAGEM PROFISSINOAL DE GOIÂNIA
Coletivo Digital - Associação para a Democratização e o Acesso a Sociedade da informação
Comitê Fome Zero Joinville
Comitê para Democratização da Informática
Comitê para Democratização da Informática de Goiás
Comitê para democratização da informatica de pernambuco
COMITE PARA DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMATICA DE SANTA CATARINA
COMITE PARA DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMATICA MARANHÃO
Comitê para Democratização da Informática no Estado do Pará
Comitê para Democratização da Informática Sessão Bahia
Comitê para Democratização da Informática Vale do Paraíba
COMUNICAÇÃO E CULTURA
Comunidade Sol Software Livre
CONRAD
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA
CRIA - Centro de Referência Integral de Adolescentes
Federação de Bandeirantes do Brasil
Federação dos Bancários do RS
FENADADOS
Fenametro - Federação Nacional dos Metrovíários
Forum Nacional pela Democratizacao da Domunicacao
FUNDAÇÃO BRASILEIRA DE CONTABILIDADE
Fundação Conscienciarte
Grêmio Politécnico da USP
IDEC - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor
INSTITUTO ALIANÇA COM O ADOLESCENTE
Instituto Anatália de Melo Alves
Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas
INSTITUTO CONIP
Instituto de Estudos de Conjuntura e Desenvolvimento
Instituto de Estudos e Projetos em Comunicação e Cultura - INDECS
Instituto de Tecnologia Social
Instituto Sem Fronteiras
Instituto WCF - Brasil
Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social
Iser - Instituto de Estudos da Religião
MOVIMENTO DE PROMOÇÃO SOCIAL - MOPS
Movimento Tortura Nunca Mais - PE
Nome da entidade
Ong Ser Alzira de Aleluia
OSCIP Guayi
Rede de Informações para o Terceiro Setor - Rits
SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE SÃO PAULO, OSASCO E REGIÃO
SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO PARÁ E AMAPÁ
Sindicato dos Contabilistas
Sindicato dos Contabilistas de Lages
SINDICATO DOS CONTABILISTAS DE PATOS DE MINAS
Sindicato dos Contabilistas de Santos e Região
Sindicato dos Contabilistas de São Paulo
Sindicato dos Contabilistas de Videira e Região
SINDICATO DOS CONTABILISTAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Sindicato dos Contadores e Tecnicos em Contabilidade de Caxias do Sul e Região Nordeste - SINCONTEC
Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo
Sindicato dos Trab em Atividades Diretas e Indiretas de Pesq. e Desenv. em Ciência e Tecnologia - SP
Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo-RS
SINDPD-PE
SINDPDMT
SINPAF sindicato Nacional de Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário
Sociedade 1º de Maio
Sociedade dos Usuários de Informática e Telecomunicações da Bahia

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